O MEDO NA ODONTOLOGIA

A visita ao dentista pode ser mais um compromisso rotineiro para alguns, mas um verdadeiro pesadelo para outros. É comum os pacientes sentirem algum nível de ansiedade no consultório odontológico, mas quando é demasiada, pode interferir muito na vida da pessoa. Chamamos isso de odontofobia.

A odontofobia é mais comum do que parece, abrangendo aproximadamente 15% da população brasileira. Quem sofre dela acaba sendo negligente com sua saúde por evitar ao máximo ir ao dentista. Por fim, tem experiências sempre ruins, pois só vai quando realmente é necessário (normalmente quando está com dor), o que agrava ainda mais o quadro da fobia. Sua origem é multifatorial, sendo os principais fatores:

  • Ambiente amedrontador: luzes fortes, profissionais vestidos de branco, ruídos de outros pacientes e brocas, etc;
  • Experiências desagradáveis: pessoais ou transferidas pelos pais e amigos (especialmente durante a infância – para saber mais sobre como evitar traumas em seus filhos, leia o texto da Dra. Bruna Otto);
  • Tempo de espera prolongado antes das consultas, número grande de pessoas na sala de espera e longas sessões de tratamento.

Durante o tratamento o momento que causa o maior pico de ansiedade é o da anestesia.

Pessoas com fobia temem a falta de controle sobre a situação.

                 Preocupados com nossos pacientes, temos a missão de desmistificar a odontologia. Priorizamos o conforto e consequentemente a confiança deles. Tendo conhecimento da causa do medo, tomamos cuidados como:

  • Ter uma sala de espera com inúmeras opções de entretenimento (revistas, livros, tablets, brinquedos);
  • Possuir música ambiente e televisão com netflix no consultório para que o paciente escolha o que quer assistir durante a consulta. E caso a música ambiente não seja suficiente para amenizar os barulhos desagradáveis, oferecer ipod com músicas calmas;
  • Conversar com o paciente para esclarecer todas as dúvidas e tranquilizar sempre antes e durante o procedimento (nada é realizado sem consentimento e conforto);
  • Possuir na equipe excelentes odontopediatras para o tratamento que toda criança deve ter, evitando que estes sejam adultos com traumas;
  • Realizar a anestesia sempre com anestésico tópico para evitar o desconforto inicial.

A OMS (Organização Mundial da Saúde) conceitua a saúde como “um estado de bem estar físico, mental e social e não apenas a ausência de enfermidades”. A insatisfação com o sorriso pode afetar o psicológico e a vida social do indivíduo. Portanto, nossa preocupação não é apenas com a saúde bucal, mas com a pessoa por inteiro.

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O sorriso é o seu cartão de visita, é a sua porta para a alma!

Não nos dedicamos apenas para cuidar do seu sorriso, nos dedicamos por você!

Dra. Marina Rezende

Dra. Marina Rezende

3 comentários em “O MEDO NA ODONTOLOGIA

  1. Pingback: O que fazer para a criança não ter medo de dentista? | SABRE ODONTO

  2. Tenho fobia a dentista e a qualquer tratamento dentário e todos que fiz não deram certo e terei que refaze-los e estou apavorada!!!

    • Bom dia, Dona Maria Helena. Esta situação que relata é muito comum. Somos especialistas em atender pacientes com medo e fobia. Podemos conversar mais sobre sua história e com certeza dar alguma ajuda. Nem que seja um apoio moral apenas. Pode entrar em contato direto comigo. Sou um dos sócios da SABRE. Dr Renato Cremonese. 051 999030922. Um abraço. Aguardo você.

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